Bio.

João Felipe de Souza Rebello; nascido no dia 24/08/1992 em Teresópolis/RJ; mora com os pais nos finais de semana em Rio das Ostras/RJ e durante a semana mora em Campos/RJ, onde estuda design gráfico no IFF; ama publicidade, ilustração, tipografia, fotografia, literatura... ouve MPB, samba, rock nacional e internacional, pop internacional, música francesa ou qualquer coisa que não faça seus ouvidos doerem; dizem poraí que João é uma mistura de Tia velha, desenho animado e nerd sem nenhuma virtude ou pudor.
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O Ataque da Máquina de Café Expresso.
domingo, 29 de agosto de 2010 @ 22:23
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Ontem quando cheguei na casa dos meus pais pude verificar que um novo ser se instalava na cozinha - uma máquina de café expresso. Era um bicho robusto e com um aspécto aparentemente amigável, parecia uma tia velha, ironicamente dessas que adoram servir café quando recebem uma visita, mas fique tranquilo, dificilmente você vai confundí-lo com sua tia, a não ser que ela seja prateada e tenha botões com LEDs em seu rosto.
É preciso algum curso superior pra estar apto a mexer nisso? Pois deveria. Essa geringonça foi feita pra te ferir e é melhor você não querer aprender isso da pior maneira possível.
NUNCA cometa o erro de colocar mais pó do que o devido, ao ponto que não seja possível mais fechar completamente a máquina, é um grande equívoco e deveria dar cadeia.
Bom, depois de conseguir entender como aquele conjunto de botões funciona o café começou a sair, sair inclusive por onde não devia, e, o mais importante, para onde não devia, logo estava A Máquina cuspindo em mim, sem nenhum pingo de pudor. Estiquei minha mão para desligá-la e ela começou a berrar - loucamente, como se ela fosse a vítima ali. Recuei rápido como reflexo, e logo estiquei novamente minha mão mas - antes que eu pudesse apertar o botão - a Máquina, ainda não feliz, resolveu me atacar fisicamente... Foram peças para um lado, a xícara, que não sucumbiu ao desejo da máquina de acabar com meu dia e não se quebrou, pro outro, enfim, voaram todos os componentes encaixáveis daquela geringonça satânica para cantos diferentes da cozinha, e, consequentemente voou café para todos os lados...
A máquina não sofreu danos, juro que fiquei tentado a causar alguns nela propositalmente, mas me contentei em xingá-la de alguns nomes inecoáveis.
No final das contas estava eu, rebaixado, limpando toda aquela porcaria que A Máquina De Café Expresso espalhou pela cozinha e, como cachorro picado por cobra tem medo de salsicha, decidi manter uma distância saudável do purificador de água.

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